Produção de queijo artesanal com qualidade e técnica em ascensão no mercado nacional

A produção de queijo artesanal e a consequente expansão dos mercados consumidores têm chamado a atenção no Brasil. O assunto é tão atual que a Revista Globo Rural, uma das mais tradicionais no segmento, saiu neste mês com a matéria de capa sobre a união entre o modelo artesanal e as modernas técnicas laboratoriais, que se destacam na excelência dos queijos.

O texto ainda ressalta as importantes regiões e modelos de produção, que ganham espaço e prestígio. Assim como a modelação da produção e fundamental união entre as técnicas artesanais aliadas ao desenvolvimento técnico.

Confira alguns fragmentos da matéria:

Na cave subterrânea e climatizada onde os queijos são maturados, não é possível perceber que estamos em um dos lugares mais aprazíveis de São Paulo. Lá fora, entre encostas, morros e montanhas, o rebanho leiteiro pasta despreocupadamente. Nas Cuestas de Botucatu, região de transição de relevo localizada na porção central do Estado, vêm sendo produzidos queijos de leite cru que unem o artesanal com modernas técnicas laboratoriais. Chamam a atenção pela excelência.

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Como a qualidade do queijo depende muito do sistema de criação do animal – no caso, a fêmea –, a decantada biodiversidade brasileira não poderia ser melhor para o produto. Os queijeiros do país estão se aprimorando no caminho da diversidade e em busca de identidade para um queijo tipicamente brasileiro.

Hoje, além de regiões tradicionais como a Serra da Canastra e o Serro, em Minas Gerais, existem rotas de queijos em diferentes Estados, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Ilha de Marajó, no Pará, e Pernambuco. Além do produzido com leite de vaca, nos grandes centros é possível encontrar queijos de búfalas, cabras e ovelhas. Produtos frescos, meia cura, de maturações variadas, de massa mole ou dura, com a casca lavada ou não.

O proprietário do queijo Pardinho, Bento Mineiro, diz que começou a produzir há cerca de dez anos. A experiência surgiu porque a família, tradicional criadora de gado, é fascinada por gastronomia. Como o gado não era problema e como de gastronomia quem entende é a França, Bento foi à Europa buscar conhecimento queijeiro. “Todas as nossas receitas têm inspiração francesa, mas foram desenvolvidas para a nossa realidade. Fazer queijo é um grande jogo entre textura e gosto. Não é fácil obter uma complexidade de gosto e aromas com uma textura agradável”, diz.

Veja a matéria completa no site da revista: https://revistagloborural.globo.com/Revista/noticia/2019/06/resgate-do-queijo-artesanal.html

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