Impressão 3D torna-se uma aliada na prevenção à COVID-19

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, intensificou-se o uso de tecnologias para prevenção da doença e empresas de todas as áreas têm desenvolvido serviços e produtos que auxiliam a população. Esse é o caso da Microbras, empresa residente no Biopark, que está aplicando sua expertise em impressão 3D na produção de suportes para protetores faciais.

A empresa atua com foco em produzir impressoras 3D e fornece matéria prima para empresas da área, mas nos últimos meses surgiu uma nova demanda. “Desde que a COVID-19 chegou ao nosso redor, houve muita demanda de protetores faciais para os profissionais de saúde. Vimos vários projetos, nacionais e internacionais, mas conseguimos desenvolver um modelo próprio, a partir do contato com médicos que têm atuado na luta contra a doença.  Depois de validado de acordo com as necessidades médicas, começamos a produção”, explica Luiz Felipe Campos Hidalgo de Almeida, um dos sócios.

Desde então, mais de 150 protetores já foram produzidos. “Nesse período, a demanda por impressoras diminuiu e nós vimos nessa produção uma alternativa de renda importante. Nos ajudou muito para despesas fixas, como salários”, acrescenta Luiz Felipe Guzella Perin, também sócio da empresa. A impressão do protetor leva em torno de 40 minutos, dependendo do material utilizado, e é comercializado por cerca de R$25,00. 

Outra demanda é a de filamentos, que é a matéria-prima para essas impressoras. “A venda de filamentos aumentou consideravelmente para o país inteiro. Filamento é como se fosse a tinta da impressora, não só para máscara, mas qualquer outra impressão”. Para quem possui a impressora 3D, a Microbras disponibilizou em seu site os arquivos gratuitos para a impressão. “Sabemos que toda a ajuda nesse momento é bem-vinda, por isso colocamos a disposição nossos modelos, para aqueles que utilizam impressoras 3D também possam fabricá-la”, finaliza Almeida.

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