Biopark realiza aula magna de graduação em parceria com a Uniamérica

Aconteceu na segunda-feira (18) a aula magna da primeira turma de graduação em Farmácia realizada pela parceria entre o Biopark – através de suas instituições de ensino CEPBio e Unibio-, e a Uniamérica. Os 48 alunos foram recebidos pelo corpo docente e também participaram de uma palestra com o fundador e Presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi.

Com uma proposta diferenciada, o curso traz um modelo de ensino com metodologias ativas, onde os alunos são instigados ao desenvolvimento educacional por meio de desafios com problemas e situações reais para resolução. De acordo com a Coordenadora do curso, Anelise Prado, trata-se de um modelo colaborativo, onde o acadêmico é o protagonista do próprio ensino. “Ele vai ser o precursor do conhecimento, o professor passa a ter o papel de orientador e mentor, mas é o aluno que vai desejar agregar aquele conhecimento”, revela.

A seleção dos acadêmicos iniciou em maio de 2018 com 273 candidatos e encerrou em dezembro com 91 estudantes buscando as 48 vagas da graduação. Durante este período os candidatos participaram de aulas semanais e simulados. A segunda fase, teve duração de três dias e foi composta por múltiplas entrevistas para que fosse avaliado o perfil dos candidatos a partir de competências emocionais e comportamentais.

A estudante Graziele Brezolin fala sobre a expectativa da independência e do crescimento profissional por meio do curso. “Tenho uma filha e é a oportunidade para ser exemplo e conseguir uma maior estabilidade. Eu vejo que só conseguimos melhorar na vida pelo estudo, é esse o caminho que estou tentando buscar”.

Educação inovadora

“O modelo atual de ensino, que segue os padrões de 40 anos atrás não é mais eficiente”, alerta o Presidente do Biopark, Luiz Donaduzzi. “Precisamos sair do passivo, deixar de receber tudo de cima e assumir a responsabilidade”, afirma sobre a formação especialmente voltada para a busca de soluções e inovação.

O método de projetos e desafios como ferramentas educacionais agrada aos acadêmicos, como é o caso de Ricardo Nóbile, que descreve a área de farmácia como interessante e promissora, bem como o modelo inovador de ensino. “Será um diferencial muito grande na nossa vida profissional e acadêmica, também vai ajudar no desenvolvimento porque vai mudar nossa maneira de pensar, uma visão diferente de tudo que estamos acostumados”, afirma.

O estudante Breno Vinhaes relata que já tinha interesse sobre a metodologia e comemora a possibilidade de aprimoramento e compreensão. “Quero ‘aprender a aprender’ através dessa metodologia ativa. Gostei muito porque esse curso está proporcionando isso”, completa.

A Coordenadora Anelise Prado ainda explica que os desafios demandam de conhecimento que o acadêmico vai buscar. “Claro que isso é organizado de forma didática, na qual o aluno tem aportes de conhecimento específico que vão dar suporte para a solução desse problema. Aprender dessa forma é aprender sem medo de errar, em um ambiente leve onde vão deliberar de forma tranquila, onde a solução vai ser criada naturalmente”, confirmou Anelise.

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